sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
O anão e o gigante
O anão e o gigante
Catulo da Paixão Cearense
Num píncaro sentado, na mão tinha um gigante,
Um pobre anão guindado, por sobre o abismo hiante!
Pelo sorvo do pego instado, se o gigante só entreabrisse,
Sua mão, de cólera ou doidice,
O pobre anão, em queda despenhada,
Seria reduzido, ao nada!
Neste estado cruel, suporeis com certeza,
Que o pobre elogiasse o poder e a grandeza,
De quem lhe garantia a vida!
Gritava, insultava, cuspia,
A grande mão que o sustentava!
Assim, mais louco ainda é o mortal impiedoso,
Que blasfemando, ofende,
A quem lhe deu o gôso da existência!
A esse DEUS, que em Justiça e Bondade,
Nos traz com Sua Mão Potente,
Suspensos sôbre a eternidade!
Catulo da Paixão Cearense
Num píncaro sentado, na mão tinha um gigante,
Um pobre anão guindado, por sobre o abismo hiante!
Pelo sorvo do pego instado, se o gigante só entreabrisse,
Sua mão, de cólera ou doidice,
O pobre anão, em queda despenhada,
Seria reduzido, ao nada!
Neste estado cruel, suporeis com certeza,
Que o pobre elogiasse o poder e a grandeza,
De quem lhe garantia a vida!
Gritava, insultava, cuspia,
A grande mão que o sustentava!
Assim, mais louco ainda é o mortal impiedoso,
Que blasfemando, ofende,
A quem lhe deu o gôso da existência!
A esse DEUS, que em Justiça e Bondade,
Nos traz com Sua Mão Potente,
Suspensos sôbre a eternidade!
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)


